
O Velho e o Moço
Los Hermanos
Reflexão sobre tempo e identidade em “O Velho e o Moço”
A música “O Velho e o Moço”, de Los Hermanos, explora o contraste entre a maturidade que aceita o passado e a impulsividade típica da juventude, sem recorrer a julgamentos ou arrependimentos. O verso “Ah, tanto faz / Que o que não foi não é” mostra uma aceitação tranquila de que as escolhas feitas não podem ser desfeitas, reforçando a ideia de que a identidade se constrói a partir das experiências vividas e do fluxo natural do tempo.
A letra alterna entre as perspectivas do “velho”, que observa com serenidade as marcas do tempo e a necessidade de cuidado, e do “moço”, que assume sua vaidade e o gosto pelo “estrago”, reconhecendo que não mede “nem tempo e nem medo”. Essa dualidade sugere um diálogo interno entre passado e presente, mostrando que cada fase da vida traz aprendizados e limitações próprios. A menção ao acaso como “amigo do meu coração” destaca a importância de viver o presente e confiar nas próprias escolhas, mesmo diante das incertezas. A canção também se relaciona ao poema “Contraste”, ampliando a reflexão sobre as transformações impostas pelo tempo e a aceitação de quem se tornou. Assim, “O Velho e o Moço” propõe uma reflexão serena sobre identidade, escolhas e a sabedoria de acolher o próprio caminho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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