
Uno, Dos Ultraviolento
Los Violadores
Rebeldia e crítica social em “Uno, Dos Ultraviolento”
“Uno, Dos Ultraviolento”, da banda Los Violadores, utiliza o vocabulário "Nadsat" e referências ao universo de "Laranja Mecânica" para abordar a violência urbana e, principalmente, criticar a repressão social. Termos como “débochcas”, “málchicos” e “drencrom” transportam o ouvinte para um ambiente distópico, onde a juventude busca diversão e identidade por meio do confronto e da transgressão. Essa escolha de linguagem reforça o espírito rebelde do punk argentino dos anos 80, período marcado por forte repressão política.
O refrão repetitivo “Uno, dos ultraviolento” e versos como “nos queremos divertir / con mis drugos al ataque vamos a ir” (“queremos nos divertir / com meus amigos vamos atacar”) destacam a ideia de ação coletiva e resistência. A ausência dos “militsos” (policiais) na letra sugere um momento de liberdade para agir sem repressão. A frase “Nos quieren transformar, no lo lograrán” (“Querem nos transformar, não vão conseguir”) resume o sentimento de insubmissão diante das tentativas de controle social, conectando a música à crítica à ditadura militar argentina e à censura enfrentada pela banda. O nome Los Violadores já era, por si só, uma provocação política. Assim, a música se firma como um hino de resistência juvenil, misturando referências literárias, crítica social e a energia direta do punk.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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