
Batom Vermelho (part. Guilherme & Benuto)
Loubet
Sedução e humor em "Batom Vermelho (part. Guilherme & Benuto)"
"Batom Vermelho (part. Guilherme & Benuto)", de Loubet, usa uma metáfora divertida para retratar um encontro amoroso intenso. A letra transforma a sedução em um "crime" passional, com frases como “perdeu, perdeu, coloca a mão pra cima” e “foi tirando minha roupa, apagou a luz e fechou a cortina”, mostrando o protagonista como alguém dominado pela parceira. O tema do "crime" aparece de novo quando ele se diz “refém das coisas que ela fazia” e cita a “cena do crime” com “uma cama fria”, sugerindo que, depois da paixão, sobra a solidão.
O refrão destaca o poder de sedução da mulher, representado pelo “batom vermelho”, “cintura fina” e “cabelo preso”, símbolos clássicos de sensualidade e mistério. A letra brinca com a dualidade da personagem ao dizer “na rua ela dama, na cama indecente”, mostrando o contraste entre elegância e ousadia. O contexto do projeto “Respeita o Agro” e a ligação de Loubet com o universo rural aparecem no tom descontraído e nas referências ao cotidiano, aproximando a música do público sertanejo. No final, a canção celebra, com leveza e bom humor, a entrega e a vulnerabilidade diante de uma paixão irresistível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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