
Lembranças Que o Tempo Não Apaga
Lourenço e Lourival
Saudade e raízes em "Lembranças Que o Tempo Não Apaga"
"Lembranças Que o Tempo Não Apaga", de Lourenço e Lourival, aborda de forma direta a saudade e o arrependimento de quem deixou a vida simples do campo para tentar a sorte na cidade grande. A letra destaca o contraste entre o ambiente acolhedor da terra natal e a frieza da vida urbana, como nos versos: “Aqui não vejo o sol / Nascendo atrás da serra / Aqui não vejo a lua / Clareando as ruas da minha terra”. Essa comparação reforça o sentimento de deslocamento e a percepção de que a verdadeira felicidade estava nas origens, um tema recorrente na obra da dupla e na música sertaneja tradicional.
O contexto da migração rural para os centros urbanos, comum no Brasil nas décadas de 1970 e 1980, aparece claramente na narrativa do personagem. Ao buscar uma vida melhor, ele se depara com a solidão e a saudade. A referência à mãe rezando pelo retorno do filho e ao choro de despedida de alguém querido intensifica o tom nostálgico e familiar da canção. As "velhas lembranças que o tempo não apaga" simbolizam a força dos laços afetivos e das memórias, que resistem ao tempo e às mudanças. A música transmite uma mensagem universal sobre pertencimento, saudade e o valor das raízes, tocando especialmente quem já viveu o dilema entre partir em busca de novos horizontes e permanecer junto ao que é mais importante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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