
Velha Porteira
Lourenço e Lourival
Memórias e saudade no reencontro em “Velha Porteira”
“Velha Porteira”, de Lourenço e Lourival, aborda de maneira direta como o tempo transforma lugares, pessoas e memórias. A letra mostra o impacto do retorno a um passado idealizado, quando o narrador encontra a fazenda de sua infância completamente diferente do que lembrava: “Que surpresa cruel me aguardava / Ao ver a fazenda como transformou”. O choque entre a expectativa de reencontrar o lar e a realidade de que tudo mudou, inclusive o próprio narrador, é um dos pontos centrais da canção. Ele percebe que nem mesmo os antigos amigos o reconhecem, evidenciando como o tempo altera não só o ambiente, mas também as relações e a identidade.
A “velha porteira” é o símbolo principal da música, representando a saudade e as lembranças da infância. O verso “Seus mourões pelo tempo roído / No solo caídos também encontrei” mostra que o tempo desgasta tanto as estruturas físicas quanto os laços afetivos. O sentimento de nostalgia se intensifica ao notar que até os sons familiares, como o “triste rangido” da porteira, agora só existem na memória. Dessa forma, a música expressa com clareza a mistura de dor e beleza ao revisitar as origens e perceber que o tempo da infância não pode ser recuperado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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