
As Três Namoradas
Lourenço e Lourival
Reflexão sobre perdas e amadurecimento em “As Três Namoradas”
"As Três Namoradas", interpretada por Lourenço e Lourival, transforma histórias de amor em diferentes fases da vida em uma reflexão sobre as várias formas de perda. A música acompanha o eu lírico desde a infância até a vida adulta, mostrando como cada despedida marca um estágio do amadurecimento emocional. Na infância, a perda da primeira namorada é comparada à quebra de um "brinquedinho", simbolizando a inocência e a dor passageira do primeiro desengano. Na adolescência, a separação já é mais dolorosa e consciente, expressa pelo reconhecimento dos "espinhos que a vida tem" e pela imagem da amada se casando com outro, o que representa a frustração e o início da compreensão das dificuldades da vida amorosa.
O momento mais marcante da canção ocorre na vida adulta, quando a terceira namorada é perdida para sempre: "A terceira eu já tinha meus vinte anos / E essa Deus a levou para nunca mais". Aqui, a música aborda a morte como uma separação definitiva, reforçada pelo verso "Lá do céu não há caminho para regressar". Essa passagem destaca a diferença entre perdas que podem ser superadas e a dor permanente da morte. Composta por Dino Franco e Zé Fortuna, a canção reflete a sensibilidade típica do repertório de Lourenço & Lourival, convidando o ouvinte a pensar sobre o amadurecimento e a inevitabilidade das despedidas ao longo da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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