
Memoria da Noite
Luar na Lubre
Resistência e memória em "Memoria da Noite" do Luar na Lubre
Em "Memoria da Noite", o Luar na Lubre retrata o impacto do desastre do navio Prestige na Galícia, usando imagens marcantes como "barcos negros cruzando uma manhã silenciosa" e "redes baleiras, sen gaivotas". Esses versos mostram não só a destruição ambiental causada pelo vazamento de óleo, mas também o sofrimento dos pescadores e a sensação de luto coletivo. A ausência das gaivotas e o silêncio do mar reforçam a ideia de uma região antes cheia de vida, agora marcada pela tragédia.
A música utiliza a madrugada e o porto adormecido como símbolos da paralisação da rotina e da esperança após o desastre. A "memória" guardada na noite representa tanto a lembrança do ocorrido quanto a necessidade de manter viva a indignação. Isso fica claro nos versos "Non imos esquecer, nin perdoalo" (Não vamos esquecer, nem perdoar). O tom de tristeza se transforma em resistência quando a letra afirma "Non nos afundiremos nunca máis" (Nunca mais vamos afundar) e "Non nos humillaredes nunca máis" (Nunca mais vocês vão nos humilhar), mostrando a força e a determinação do povo galego. Assim, a canção vai além do lamento e se torna um símbolo de resiliência e orgulho, reafirmando o compromisso do Luar na Lubre com a identidade e a história da Galícia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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