
Futuro
Lucas A.R.T
Reflexão sobre tecnologia e isolamento em “Futuro”
Em “Futuro”, Lucas A.R.T. faz uma crítica direta ao avanço tecnológico desenfreado e à permanência dos problemas humanos essenciais. A música mostra que, mesmo com conquistas como carros voadores, automação total e cura de doenças, questões como egoísmo, ódio e preconceito continuam sem solução. Imagens como “árvores de plástico” e “vivemos em domos acima das nuvens” reforçam a ideia de um mundo artificial e isolado, onde a tecnologia substitui a natureza e o contato humano. O verso “minha casa cheia de eletrônicos, mas não tenho contato com outro humano há anos” destaca a solidão e a perda de laços afetivos, mesmo em meio à abundância de recursos tecnológicos.
Lucas A.R.T. também questiona o custo desse progresso, como nos versos “quando o ar virou gás, valeu? À pena, valeu?” e “depois de matar cada um dos animais, valeu? À pena, valeu?”, sugerindo que o desenvolvimento veio acompanhado de degradação ambiental e ética. A crítica se aprofunda ao apontar a hipocrisia das estruturas de poder, com frases como “discursos lindos escondem códigos” e “esses monumentos são de assassinos”, mostrando como injustiças são mascaradas por discursos bonitos e obras grandiosas. No final, a música denuncia a superficialidade das distrações modernas – “pão e circo e só, só que sem o pão” – e alerta para o risco de perdermos nossa humanidade, simbolizado pela ordem de capturar “o último ser vivo”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Lucas A.R.T e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: