Tropilha de Corredor
Lucas Gross
Liberdade e resistência no campo em “Tropilha de Corredor”
A música “Tropilha de Corredor”, de Lucas Gross, retrata a liberdade e a rusticidade do campo gaúcho, destacando a origem incerta e a resistência dos cavalos que compõem a tropilha. O verso “crinudas marca borrada, eguada sem domador” evidencia a independência dos animais e sugere uma linhagem mestiça, mostrando que a tropilha é formada por cavalos de diferentes origens, sem controle rígido. Isso simboliza a força e a autenticidade do ambiente rural. Termos como “zainas, mouras, coloradas” ressaltam a diversidade das pelagens e conectam a letra à tradição campeira do Rio Grande do Sul, reforçada pelo contexto do festival Sapecada da Canção Nativa.
A narrativa acompanha o ciclo de vida dos cavalos, desde o nascimento — “Largo’o poncho da placenta na terra bruta do chão” — até a jornada pelas estradas, marcada por desafios e incertezas. A menção ao “padrillo não se sabe” e aos “romances no alambrado” aponta para a liberdade sexual dos animais e a ausência de controle sobre suas origens, funcionando como metáfora para a vida no campo, onde o destino é incerto e moldado pelas circunstâncias. O refrão “Tropilha de corredor” reforça o sentimento de pertencimento a esse universo livre, mas também evidencia as dificuldades, como a “estrada embarrada” e a necessidade de “parir mais esperança na tropilha, outro potrinho”. A canção celebra a resistência, a esperança e a beleza da vida simples e autêntica do interior gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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