
Libiamo ne'lieti calici - Opera, La Traviata
Luciano Pavarotti
O convite à celebração da vida em "La Traviata"
"La Traviata", na interpretação de Luciano Pavarotti, destaca a valorização do prazer imediato e da beleza passageira da vida, especialmente no famoso brinde "Libiamo ne' lieti calici". A letra convida todos a se entregarem ao vinho, ao amor e à alegria do momento presente, como em “Libiamo, libiamo ne' lieti calici che la bellezza infiora / E la fuggevol ora s'inebrii a voluttà” (Bebamos, bebamos nas taças alegres que a beleza enfeita / E que a hora fugaz se embriague de prazer). O contexto da ópera, inspirada em "A Dama das Camélias", reforça esse chamado para viver intensamente, já que a protagonista Violetta enfrenta a doença e a proximidade da morte, tornando cada momento de felicidade ainda mais urgente e valioso.
A música utiliza imagens como o vinho e a flor para mostrar como o prazer e o amor são transitórios: “È un fior che nasce e muore / Ne più si può goder” (É uma flor que nasce e morre / Não se pode mais aproveitar). O tom festivo da canção, realçado pela voz de Pavarotti, evidencia a tensão entre buscar o prazer e reconhecer a brevidade da vida. Ao afirmar “Tutto è follia nel mondo ciò / Che non è piacer” (Tudo é loucura no mundo / O que não é prazer), a letra sugere que negar-se ao prazer é insensato diante da vida curta. Assim, "La Traviata" transforma o brinde em um símbolo de resistência à tristeza e à morte, celebrando o amor e a alegria como respostas vibrantes à efemeridade da existência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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