
Pulso (1000 mares)
Luciano Supervielle
Distância e identidade em “Pulso (1000 mares)” de Luciano Supervielle
Em “Pulso (1000 mares)”, Luciano Supervielle explora o impacto emocional da distância, especialmente para quem está longe de casa. A repetição do verso “Es distancia lo que pesa en mis ojos” (“É a distância que pesa nos meus olhos”) mostra como o afastamento não é apenas físico, mas também emocional, afetando a forma como a pessoa enxerga o mundo. O uso de diferentes idiomas, como espanhol e francês em “C'est la vie” (“É a vida”) e “J'ai traversé le ciel y mil mares” (“Atravessei o céu e mil mares”), reforça a sensação de deslocamento e a busca por pertencimento, conectando a experiência pessoal de migração a sentimentos universais de destino e aceitação.
A música também destaca a importância das raízes e da herança familiar. Referências à “tierra” (“terra”) como testemunha dos “andares” e à “historia de mis padres” (“história dos meus pais”) mostram como a identidade é construída a partir da terra natal e das memórias familiares, mesmo quando se está distante. A melancolia é um elemento constante, presente em versos “vestidos de melancolia” e na ideia de “buscar esa identidad perdida” (“buscar essa identidade perdida”), indicando que saudade e autodescoberta caminham juntas no processo de partir. A fusão de tango com música eletrônica, marca registrada de Supervielle e do Bajofondo, intensifica essa atmosfera introspectiva, misturando tradição e modernidade para expressar a complexidade emocional do exílio e da saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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