Não Vou, Não Vou
Lucília do Carmo
Resistência emocional e renúncia em "Não Vou, Não Vou"
Em "Não Vou, Não Vou", Lucília do Carmo expressa uma recusa firme em se entregar novamente ao amor, marcada pelo refrão repetido: "Não vou, não vou". Essa negativa não é apenas uma defesa contra novas decepções, mas também uma aceitação de que a felicidade, uma vez perdida, não será mais buscada. O verso "Eu tinha as chaves da vida e não abri / As portas onde morava a felicidade" mostra o arrependimento por oportunidades não aproveitadas e reforça o tom melancólico da canção.
A letra utiliza a metáfora das "chaves da vida" para representar escolhas e possibilidades que poderiam ter levado à realização pessoal e amorosa, mas que foram deixadas de lado ou tiradas por experiências dolorosas. O trecho "Eu tinha as chaves da vida e fui roubada / Mataram dentro de mim toda a poesia" aprofunda esse sentimento, sugerindo que fatores externos ou desilusões roubaram não só as oportunidades, mas também a capacidade de sonhar. Mesmo diante de "bocas pedindo" e "olhos em fogo", a repetição do refrão mostra uma decisão consciente de não se deixar envolver novamente, evidenciando uma postura de autopreservação. Como destacou Aldina Duarte ao homenagear Lucília do Carmo, essa atitude revela tanto o medo quanto a coragem de quem prefere não se expor mais ao sofrimento, tornando "Não Vou, Não Vou" um fado de honestidade emocional e relevância atemporal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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