
Ijexá Das Águas Doces
Lucio Sanfilippo
Relação de Oxum com as águas em “Ijexá Das Águas Doces”
"Ijexá Das Águas Doces", de Lucio Sanfilippo, explora a forte ligação entre Oxum e as águas doces, elementos centrais no candomblé. A música destaca a importância dos rios como símbolos de fertilidade, proteção e renovação, especialmente nos versos “Que me guardem doces águas / Rio manso, rio fundo” e “Águas do ventre do mundo”. Esses trechos reforçam a imagem de Oxum como mãe e fonte de vida, conectando a espiritualidade da orixá à natureza.
O ritmo ijexá, tradicionalmente usado em louvações a Oxum, não só embala a canção, mas também aprofunda a conexão espiritual com a divindade. A letra faz referência a mitos do candomblé, como a rivalidade entre Oxum e Obá (“Enfrenta a fúria de Obá”), os conflitos com Ogum e a relação com Erinlé (“Fez a guerra com Ogum / E seduziu Erinlé”). Ao mencionar “mãe de Logun Edé”, a música ressalta o papel materno de Oxum e suas múltiplas facetas, como “moça mãe e feiticeira”. Os nomes Karê, Ijimú, Apondá, Apará e Yá Oxum representam diferentes manifestações da orixá, mostrando sua complexidade. Ao pedir proteção e abrigo, a canção expressa respeito pelos mistérios e segredos de Oxum, reconhecendo sua sabedoria ancestral e dimensão espiritual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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