
Coisa de Pele
LUDMILLA
Desejo e identidade negra em “Coisa de Pele” de LUDMILLA
Em “Coisa de Pele”, LUDMILLA explora uma paixão intensa que vai além da razão, destacando como o desejo pode ser tão forte que se manifesta fisicamente. A expressão “coisa de pele” sugere uma conexão instintiva, quase impossível de controlar. Metáforas sensoriais como “muita fumaça, quarto em chamas” e “fica difícil respirar” reforçam a ideia de um envolvimento tão profundo que o ambiente e os corpos parecem se consumir juntos, tornando a separação dolorosa e improvável.
A letra também aborda o conflito entre razão e desejo, como nos versos “Tentei me afastar, não consegui” e “Eu paguei pra ver, não resisti”. Esses trechos mostram que, mesmo conscientes dos riscos, os personagens não conseguem evitar a atração. O verso “Se é coisa de pele, é muita melanina / Jeito de menina, manha de felina” destaca a sensualidade e valoriza a identidade negra, conectando o desejo à celebração da própria pele e ancestralidade. Ao adotar elementos do R&B, LUDMILLA cria uma atmosfera de entrega e vulnerabilidade, mostrando que o desejo, para além de qualquer explicação racional, é vivido de forma intensa e verdadeira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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