
Na Voz de Um Pássaro Que Cantou
Luidhi Moro Muller
Homenagem e saudade em “Na Voz de Um Pássaro Que Cantou”
Em “Na Voz de Um Pássaro Que Cantou”, Luidhi Moro Muller presta uma homenagem sensível a César Passarinho, destacando sua importância para a cultura nativista gaúcha. Ao chamá-lo de “Negro Cantador” e “Pássaro Cantor”, a música utiliza a imagem do pássaro como símbolo de liberdade e transcendência, sugerindo que a voz e o legado de Passarinho continuam a ecoar mesmo após sua morte. Essa metáfora reforça a ideia de que a arte do cantor permanece viva, inspirando novas gerações e ultrapassando as barreiras do tempo.
A letra traz um tom de despedida serena, reconhecendo o ciclo natural da vida: “Seu tempo aqui terminou / E agora vive em paz”. A saudade é o sentimento central, expressa na ausência física do artista e na força de sua memória: “Pois agora só resta o silêncio / E a lembrança de um Negro Cantador”. O verso “Ganhou asas pro mundo planando na imensidão / Sem medo de ser feliz e de ouvir seu coração” sugere que, ao partir, Passarinho alcançou uma liberdade plena, livre das limitações da vida terrena. Por fim, a esperança de reencontro aparece em “Te encontrarei pelos palcos da vida”, mostrando que a arte serve como ponte entre o passado e o presente. A canção, apresentada no festival que leva o nome de César Passarinho, reforça a celebração do legado cultural do cantor, unindo homenagem, saudade e inspiração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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