Feiticeira
Luis Represas
A fusão cultural e o encanto em “Feiticeira” de Luis Represas
Em “Feiticeira”, Luis Represas utiliza a alternância entre português e espanhol não apenas como um recurso estilístico, mas como símbolo da união cultural entre Portugal e Cuba. Essa escolha é reforçada pela colaboração com Pablo Milanés, ampliando o alcance emocional da música e tornando a figura da "feiticeira" uma presença universal, capaz de atravessar fronteiras e tocar diferentes públicos.
A letra cria um clima de encantamento e mistério ao narrar a chegada inesperada de alguém que transforma profundamente a vida do eu lírico. Trechos como “De que noite demorada / Ou de que breve manhã / Vieste tu, feiticeira” e “De que fogo renascido / Ou de que lume apagado” mostram que essa figura surge de um tempo indefinido, entre sonho e realidade, trazendo renovação e esperança. A repetição das perguntas sobre a origem da feiticeira reforça o fascínio e a surpresa diante desse encontro, enquanto versos como “Vieste tu, feiticeira / Inundar-me de vida” evidenciam o impacto vital e transformador dessa presença. Assim, a canção celebra o poder do amor ou de uma inspiração repentina, capaz de dar novo sentido à existência, envolta em uma atmosfera de magia e beleza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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