Perdidamente
Luis Represas
A fusão entre poesia e amor em “Perdidamente” de Luis Represas
“Perdidamente”, interpretada por Luis Represas, é uma canção que transforma o poema “Ser Poeta”, de Florbela Espanca, em uma reflexão profunda sobre a entrega total à poesia e ao amor. A música destaca como viver a poesia é um ato tão intenso e absoluto quanto amar de forma arrebatadora. A letra utiliza imagens marcantes, como “ter cá dentro um astro que flameja” e “ter garras e asas de condor”, para mostrar a força criativa e emocional que move o poeta e o amante, sugerindo que ambos vivem impulsionados por algo que vai além do comum.
A adaptação mantém fielmente o espírito da obra de Florbela Espanca, conhecida por buscar o infinito e por expressar sentimentos com intensidade. Isso aparece nos versos “É ter fome, é ter sede de Infinito!” e “É condensar o mundo num só grito!”, que revelam o desejo de ultrapassar os limites humanos, seja na arte ou no amor. Na última estrofe, a canção une definitivamente o ser poeta ao ato de amar: “E é amar-te, assim, perdidamente... / É seres alma, e sangue, e vida em mim / E dize-lo cantando a toda a gente!”. Aqui, o amor é apresentado como uma força vital, inseparável da existência e da criação artística, mostrando que, para o poeta, amar e criar são experiências igualmente essenciais e transformadoras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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