
Guarania Da Lua Nova
Luiz Vieira
Saudade e esperança em "Guarania Da Lua Nova" de Luiz Vieira
Em "Guarania Da Lua Nova", Luiz Vieira utiliza elementos da cultura nordestina e da literatura de cordel para expressar sentimentos de saudade e esperança. A metáfora "tem gosto de jiló verdinho plantado na lua nova do penar" traz o amargor do jiló, símbolo da saudade persistente e dolorosa, enquanto a "lua nova" representa a possibilidade de um recomeço, mesmo que envolto em sofrimento. Essa combinação reforça o tom melancólico da música, em que a saudade é descrita como uma presença incômoda e constante, como na frase "bichinha danada que em mim fez morada e não quer se mudar".
A letra também aborda a espera angustiante pelo tempo como possível remédio para as dores do passado, mas revela a frustração diante da ineficácia desse consolo: "Será que o tempo não tem tempo de olhar meus olhos tristes de chorar". O desejo de reconciliação aparece como uma esperança frágil, mas o medo de que o perdão não aconteça permanece, como em "meu medo é não saber se ela traz no peito a lua nova do perdão". Assim, Luiz Vieira constrói um retrato sensível da saudade e da esperança, usando imagens e expressões ligadas à tradição nordestina para traduzir sentimentos universais de perda, espera e vontade de recomeçar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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