
Consolação (part. Toquinho)
Luísa Sonza
A dualidade entre amor e dor em “Consolação (part. Toquinho)”
Em “Consolação (part. Toquinho)”, Luísa Sonza revisita um clássico de Baden Powell e Vinicius de Moraes, trazendo à tona a ideia de que amor e sofrimento caminham juntos. O verso “Se não tivesse o amor / Se não tivesse essa dor / E se não tivesse o sofrer / E se não tivesse o chorar / Melhor era tudo se acabar” mostra que, para a narradora, a intensidade da vida está justamente em viver o amor, mesmo que isso traga dor e lágrimas. Essa visão se conecta à tradição da bossa nova e dos afro-sambas, onde a melancolia e a reflexão sobre sentimentos profundos são elementos centrais.
A interpretação de Sonza, ao lado de Toquinho, mantém a emoção da versão original, mas acrescenta um tom contemporâneo ao unir diferentes gerações. O trecho “Eu amei, amei demais / O que eu sofri por causa de amor ninguém sofreu / Eu chorei, perdi a paz / Mas o que eu sei é que ninguém nunca teve mais, mais do que eu” destaca como o sofrimento amoroso pode ser visto como uma marca única e autêntica da experiência de amar. Ao escolher revisitar essa canção com Toquinho e Menescal, Sonza reforça a atemporalidade do tema e mostra como a bossa nova continua relevante, promovendo uma reflexão sobre a dualidade entre amor e sofrimento que atravessa gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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