
Não Sou Demais
Luísa Sonza
Reflexão sobre autossabotagem e aceitação em “Não Sou Demais”
Em “Não Sou Demais”, Luísa Sonza aborda de forma direta a autossabotagem e a responsabilidade pessoal pelos próprios erros. No verso “Se eu cair de um lugar infinito / Fui eu mesma quem cavou o abismo”, ela reconhece que muitas das dificuldades que enfrenta são resultado de suas próprias escolhas. Essa honestidade está ligada ao processo de autoconhecimento e terapia que a artista vivenciou durante a criação do álbum “Escândalo Íntimo”. Ao afirmar “Eu me xingo com meus próprios palavrões / Eu me mordo com meus próprios tubarões”, Luísa mostra como suas críticas internas e inseguranças podem ser mais duras do que qualquer julgamento externo.
A música também discute a dificuldade de ser compreendida pelos outros, fazendo referência à versão de Caetano Veloso para “You Don't Know Me” (Você não me conhece). Isso aparece quando ela se descreve: “Sou pergunta sem resposta / Sou um risco sem aposta / Nem sagaz, nem idiota / Nem simples, nem exótica”. Luísa rejeita rótulos e extremos, assumindo uma identidade complexa e cheia de nuances. O refrão “Não sou demais, nem pouca bosta” resume a ideia de não se colocar acima nem abaixo dos outros, mas sim aceitar-se como é, com todas as imperfeições. Ao final, a artista expressa o desejo de “apare as arestas” e focar no que realmente importa, indicando um caminho de amadurecimento e busca por relações mais saudáveis, sem se deixar definir por críticas externas ou autocríticas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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