
Quando
Luísa Sonza
Quando eu deitar nos teus braços
Cê preencher o espaço
Que por medo eu guardei
Quando eu fingir um descaso
Por terrores passados
Que eu vivenciei
Quando os destinos trocados
Se enfiarem em espaços
Que ainda não curei
Prometa não me endurecer
Prometa nos proteger
Prometa reconhecer, hum
Amor é um grito, é tirano
Mas que rio, oceano
Eu pulo por querer
Amor é sagrado, é profano
E eu amo, eu te amo
Eu me afogo em você
Quando, por acaso ou destino
Separarem os caminhos
O elo se enfraquecer
Quando esfriar a paixão
Nos faltar coração
Tudo se estremecer
Tenta não me esquecer
Tenta não me perder
Tenta eu e você, tenta
Amor é um grito, é tirano
Mas que rio, oceano
Que eu pulo por querer
O amor é sagrado, é profano
E eu amo, eu te amo
Eu me afogo em você
O amor é um grito, é tirano
Mas que rio, oceano
E eu pulo por querer
O amor é sagrado, é profano
E eu amo, eu te amo
Eu me afogo em você




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