
Bailanta
Luiz Carlos Borges
Tradição e alegria gaúcha celebradas em “Bailanta”
A música “Bailanta”, de Luiz Carlos Borges, retrata de forma leve e divertida a importância do baile tradicional gaúcho como espaço de convivência, celebração e preservação cultural. O termo “bailanta” já remete aos encontros festivos típicos do sul do Brasil, e a letra mergulha nesse universo ao descrever cenas do salão: o gaiteiro animando a festa, danças como vaneira, polca, chamamé e chote, e a interação entre os participantes, marcada por expressões e gírias regionais.
Borges utiliza metáforas ligadas ao campo e ao clima de paquera dos bailes, como em “cabresteado nos braços de uma potranca” e “agarrado na percanta”, reforçando o tom descontraído e bem-humorado da canção. Versos como “Boleio um trago que é pra não desidratar” e “sapateando e sarandeando vamo até de madrugada” destacam a alegria, a resistência e o espírito festivo dos frequentadores. A referência à “pinguancha palanqueada” brinca com o duplo sentido entre o trato com animais e o flerte, sem perder o respeito e o tom carinhoso. No final, “Manda carta! Te visito! Te juro que não te esqueço” mostra que a bailanta é também um espaço de encontros marcantes e possíveis inícios de romances, reforçando seu papel social e afetivo na cultura gaúcha. “Bailanta” homenageia as tradições do Rio Grande do Sul e celebra a alegria de viver em comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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