
Tropa da Vida
Luiz Carlos Borges
Saudade e tradição gaúcha em “Tropa da Vida” de Luiz Carlos Borges
"Tropa da Vida", de Luiz Carlos Borges, usa a metáfora da tropeada para refletir sobre a jornada da vida, destacando a saudade e o afastamento como experiências universais. O verso “E a saudade me dando chifrada no coração” mostra como a ausência e a distância, comuns na rotina do tropeiro, são sentidas de forma intensa, quase física. Borges utiliza expressões regionais como “ponteiro chamando na ponta a boiada” e “pouso marcado pra um tropeiro” para reforçar a ligação com o universo nativista gaúcho, valorizando a cultura e os costumes do Rio Grande do Sul, marca registrada de sua obra.
A letra traz um tom sereno e nostálgico ao retratar o tropeiro, alguém que “segue sem parar” e vive com a incerteza de retornar para casa. O trecho “O chapéu e o poncho encharcado de saudade / Da prendada que ficou no rancho a me esperar” evidencia o conflito entre o dever e o desejo, mostrando que, mesmo diante das dificuldades e da distância, o vínculo afetivo com quem ficou permanece forte. Assim, "Tropa da Vida" é tanto uma homenagem à tradição tropeira quanto uma reflexão sobre a jornada de todos que, ao buscar seus caminhos, enfrentam a saudade e mantêm a esperança do reencontro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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