
Oitava Cor
Luiz Carlos da Vila
O amor extraordinário e raro em "Oitava Cor"
Em "Oitava Cor", Luiz Carlos da Vila utiliza a imagem do "arco-íris a oitava cor" para expressar um amor que ultrapassa o comum. Ao sugerir uma cor além das sete tradicionais do arco-íris, o compositor destaca que o sentimento vivido pelos personagens é único, raro e fora dos padrões convencionais. Essa metáfora central reforça a ideia de que o amor retratado na música é quase mágico, algo que não se encaixa nas experiências cotidianas.
A letra compara esse amor a experiências intensas, como "o calor de uma fogueira" e "os vendavais que abalam as cordilheiras", mas sempre ressalta que o sentimento entre eles é ainda maior. Ao afirmar que "não é a emoção das nuvens de algodão / que vem e logo vão" e "não acaba quarta-feira", Luiz Carlos da Vila rejeita amores passageiros, valorizando a profundidade e a permanência. O verso "é atração de amor e fé / de um mundo sem igual" sugere que esse amor também tem um aspecto espiritual, alinhando-se à visão do compositor de unir o terreno ao transcendente.
Expressões como "supra-sumo do mel" e "pedra preciosa" reforçam a ideia de que esse amor é um verdadeiro tesouro, algo raro e enriquecedor. No final, ao chamar o sentimento de "divino troféu", a música celebra o amor como um prêmio raro e merecido, digno de ser vivido e celebrado. "Oitava Cor" transforma o amor em uma experiência única, profunda e inesquecível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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