
Fulô da Maravilha
Luiz Gonzaga
A valorização do simples em “Fulô da Maravilha” de Luiz Gonzaga
Em “Fulô da Maravilha”, Luiz Gonzaga utiliza a imagem da flor pouco valorizada para exaltar a beleza e o valor da mulher amada. Ao comparar a companheira à “fulô da maravilha”, o artista destaca a importância de enxergar o encanto no que é simples e modesto. Isso fica evidente nos versos “Sendo pouco apreciada / É fulô mais modestinha”, onde a modéstia da mulher é apresentada como uma qualidade admirável. Gonzaga mostra que, mesmo não sendo reconhecida por todos, a amada é uma preciosidade rara aos olhos do narrador.
A música também enfatiza a cumplicidade do casal, especialmente na repetição de “Eu e ela, ela e eu”, que reforça a ideia de parceria e igualdade na relação. O tom afetuoso aparece quando o narrador descreve o impacto da presença da amada: “Quando sinto seu abraço / Penso até que o mundo é meu”. A simplicidade da mulher, destacada em “Dona da simplicidade / Ela se faz dona da gente”, é vista como algo cativante, capaz de conquistar todos ao redor com seu “olhar de amizade” e “riso quente”. Assim, “Fulô da Maravilha” celebra o amor singelo, a alegria de compartilhar a vida e a bênção de viver momentos felizes juntos, como expressa o desejo de “quero mundo festejando / Eu e ela, ela e eu / Mão de Deus abençoando”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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