
Baião de Dois
Luiz Gonzaga
Tradição e união nordestina em “Baião de Dois”
“Baião de Dois”, de Luiz Gonzaga, usa o prato típico nordestino como metáfora para mostrar como a união de elementos simples do dia a dia pode criar algo especial. A mistura de arroz e feijão de corda representa a convivência familiar e as tradições regionais, destacando que, assim como o prato, a vida em comunidade ganha mais sabor quando compartilhada. O refrão reforça essa ideia: “Se o baião é bom sozinho, que dirá baião de dois”, mostrando que tanto a comida quanto o ritmo musical ficam mais ricos quando vividos em conjunto, seja na mesa, na dança ou no convívio social.
A letra traz um retrato bem-humorado do cotidiano nordestino, usando expressões regionais como “deixe a trempe e a cuié” (deixe o fogão e a colher) e mencionando a divisão tradicional de tarefas: “home não vai na cozinha, que é lugá só de mulhé”. Apesar de refletir costumes da época, o foco está na celebração da cultura local e do prazer de estar junto. Luiz Gonzaga valoriza o baião como símbolo de identidade e orgulho nordestino, ressaltando a importância de manter vivas as tradições que aproximam as pessoas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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