
Forró de Cabo a Rabo
Luiz Gonzaga
Tradição e alegria nordestina em “Forró de Cabo a Rabo”
"Forró de Cabo a Rabo", de Luiz Gonzaga, retrata com leveza e entusiasmo o clima de uma autêntica festa de forró no interior do Nordeste. A expressão do título, repetida no refrão, significa um forró que acontece do início ao fim, sem interrupções, transmitindo a ideia de uma celebração completa e inesquecível. A letra destaca o impacto da festa na casa do Zé Nabo, ressaltando a presença de muitas mulheres e de um sanfoneiro excepcional, elementos que reforçam a importância da música ao vivo e da animação coletiva no forró.
O trecho “Era poeira subindo / Era aquele poeirão / E os 'cabra' não deixava o Zé aguar o chão” ilustra a energia da dança em chão de terra batida, onde a poeira levantada é sinal de que ninguém quer que a festa pare, nem mesmo para molhar o chão. Isso evidencia o espírito de união e alegria que marca o forró tradicional. A menção ao “Maestro Chiquinho Gaúcho de Cabaceiras” faz referência a músicos reais que participaram da gravação, valorizando os instrumentistas e conectando a letra à história do álbum. Ao final, versos como “Vixe, como eu tô feliz / Olha só como eu tô pabo” mostram o narrador completamente envolvido pela felicidade e pelo sentimento de pertencimento proporcionados pela festa, celebrando a simplicidade e a intensidade das tradições populares nordestinas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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