
Hora do Adeus
Luiz Gonzaga
Despedida e legado em "Hora do Adeus" de Luiz Gonzaga
Em "Hora do Adeus", Luiz Gonzaga faz uma despedida marcante ao declarar que doará seus símbolos artísticos – "minha sanfona, minha voz, o meu baião, este meu chapéu de couro e também o meu gibão" – para um museu. Esse gesto vai além de uma simples despedida: mostra a consciência de que sua trajetória pertence à história da música brasileira. O contexto da época, quando o baião perdia espaço para estilos como a Bossa Nova e a Jovem Guarda, reforça o tom nostálgico e respeitoso da canção, marcada por gratidão ao público e aceitação do fim de um ciclo.
A letra aborda temas como memória e gratidão de forma direta, especialmente quando Gonzaga agradece: "Eu agradeço, ao povo brasileiro, Norte, Centro, Sul inteiro, onde reinou o baião". Ele reconhece o carinho recebido ao longo da carreira e reafirma o compromisso de ter honrado o título de "rei do baião". Ao mencionar que sua voz e sua sanfona permanecem firmes apesar do tempo – "O meu cabelo já começa prateando, mas a sanfona ainda não desafinou" –, Gonzaga valoriza sua trajetória, mesmo diante da passagem dos anos. "Hora do Adeus" se consolida como um marco de despedida digna, em que o artista se despede com respeito, orgulho e gratidão, eternizando sua contribuição para a cultura popular brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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