Pra Apeiar Na Porteira
Luiz Marenco & Gujo Teixeira
Tradição e pertencimento em “Pra Apeiar Na Porteira”
“Pra Apeiar Na Porteira”, de Luiz Marenco & Gujo Teixeira, retrata o cotidiano do homem do campo gaúcho e seu vínculo profundo com a terra. O ato de “bancar as rédeas do pingo pra apeiar na porteira” representa mais do que apenas chegar em casa: simboliza o reencontro com as origens, a superação das distâncias e a reafirmação do pertencimento ao universo rural. A letra utiliza expressões típicas do Rio Grande do Sul, como “desencilhas do mate” e “poncho emalado”, que reforçam a autenticidade e transportam o ouvinte para o ambiente campeiro, marcado por jornadas longas e desafios diários.
Escrita por Gujo Teixeira, a canção é uma homenagem às tradições gaúchas, evidenciada em imagens como “cascos dos cavalos”, “estradas de tempo” e “arame dos corredores”. Esses elementos ilustram tanto a passagem do tempo quanto as marcas deixadas pelas experiências vividas, como no verso “os olhos desses campeiros se perderam na amplidão, confundindo os velhos rastros c’o as cicatrizes do chão”. A busca por abrigo e sentido aparece no desejo de “alcançar, bem cevado, um mate pra impor a lida” e na esperança guardada “no arreio pra algum aperto da vida”. Assim, a música transmite serenidade e nostalgia, celebrando a resiliência, a simplicidade e o orgulho de quem vive no campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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