
Ressábios
Luiz Marenco
Autenticidade e raízes culturais em "Ressábios" de Luiz Marenco
"Ressábios", de Luiz Marenco, explora a valorização da autenticidade e da experiência pessoal, usando imagens ligadas à vida no campo e à cultura gaúcha. O verso “sentar à sombra de um tarumã copado que eu mesmo plantei” simboliza colher os frutos das próprias escolhas, reforçando a ideia de viver conforme os próprios valores, sem se deixar influenciar por julgamentos externos. A referência a “bater as brasas e apertar o mate” conecta a música à tradição do chimarrão, representando tanto hospitalidade quanto um momento de introspecção e ligação com as raízes culturais do sul do Brasil.
A letra também destaca a busca por simplicidade e serenidade, como em “vou mandar embora tudo o que não serve” e “faço tudo do meu jeito em calma”. Esses trechos mostram uma recusa em seguir padrões impostos ou depender da aprovação alheia, evidenciada em “não bebo da água onde uns lavam a alma / nem espero as sobras pra matar minha fome”. O tom reflexivo se intensifica ao abordar o tempo e o próprio caminho, ressaltando que cada um é responsável por suas escolhas. Ao final, a música reafirma a importância de manter a calma e a autenticidade, mesmo diante das incertezas e opiniões externas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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