
A Boa Vista do Peão de Tropa
Luiz Marenco
Tradição e pertencimento em “A Boa Vista do Peão de Tropa”
"A Boa Vista do Peão de Tropa", interpretada por Luiz Marenco e composta por Mauro Moraes, retrata a rotina do peão de tropa no Rio Grande do Sul, destacando a forte ligação entre o trabalhador, a terra e os animais. A música valoriza o cotidiano simples e o orgulho de viver em harmonia com o campo, como fica claro no verso “me serve um mate, pampa minha, nesta vidinha que me destes”. Aqui, o mate simboliza não só uma tradição, mas também a gratidão pela vida rural e o sentimento de pertencimento à cultura gaúcha.
A letra utiliza expressões regionais e imagens marcantes, como “saúdo a poeira destas crinas”, para reforçar a identidade do peão e sua conexão com a paisagem local. O retorno para casa “costeando o arvoredo” e o convívio com a tropa evidenciam a serenidade e a nostalgia presentes no dia a dia desse trabalhador. O trecho “todo o bem que havia maneado ao destino / divide caminho com a rês que amadrinha” mostra como as conquistas e afetos do peão estão ligados ao seu ofício, compartilhando o destino com o gado. A saudade, mencionada no final, reflete tanto a dimensão pessoal quanto coletiva dessa ligação com a terra, a família e a tradição. Assim, a canção celebra a dignidade, a resistência e o orgulho de quem dedica a vida ao campo, valorizando cada aspecto da cultura gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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