
Cantador de Campanha
Luiz Marenco
Tradição e pertencimento em "Cantador de Campanha"
"Cantador de Campanha", de Luiz Marenco, retrata a vida do peão campeiro que, além do trabalho no campo, também é responsável por animar bailes e festas nas comunidades rurais. A música mostra como a identidade do peão se mistura com a de cantor, valorizando não só o esforço diário, mas também a importância da música como elemento de união e alegria. Isso fica claro no trecho: “Mas eu trago outro ofício no mundo / Que esses fundos já sabem qual é / Cantar baile nos ranchos de campo / Bom Retiro, Azevedo Sodré”, onde o personagem é reconhecido por sua contribuição cultural além do trabalho braçal.
A letra destaca a simplicidade e a riqueza das relações humanas no interior do Rio Grande do Sul, homenageando músicos locais como Amadeus, Condonga e o negro Bujão, e mostrando a diversidade presente nas festas rurais. O verso “Eu não tenho no bolso um Real / Mas eu sou o cantador dessa gente de fora” reforça que o reconhecimento e o pertencimento à comunidade são mais importantes do que o dinheiro. As descrições das moças com “vestido de chita / Com pregueado de fita mimosa” e dos bailes sob o “clarão do cruzeiro” criam um clima nostálgico e acolhedor, celebrando a beleza e a tradição do cotidiano campeiro. Assim, a música transmite orgulho, pertencimento e alegria simples, valorizando a cultura e os valores do povo do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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