
Pra Quem Faz Pátria Num Basto
Luiz Marenco
Identidade gaúcha e tradição em "Pra Quem Faz Pátria Num Basto"
"Pra Quem Faz Pátria Num Basto", de Luiz Marenco, destaca que o verdadeiro sentido de pátria para o gaúcho vai além dos símbolos oficiais e se encontra na vivência diária do campo. O termo "basto", que é uma parte essencial da sela do cavaleiro, simboliza o vínculo profundo com a terra e a tradição campeira. Quando a letra afirma: "Tenho minha pátria num basto / Contrabandeada de allá", evidencia-se que a identidade gaúcha é formada por influências diversas, atravessando fronteiras, mas se consolida no cotidiano do homem do campo.
A música valoriza o orgulho simples de quem vive do trabalho rural, como em "Sou campo por conhecê-lo / Sei do princípio e do fim / Pois dele vem meu sustento". Aqui, o campo não é apenas fonte de renda, mas também de conhecimento e pertencimento. A expressão "Pátria, querência e nação / Trindade que hoje revivo" reforça a importância desses três elementos para a identidade gaúcha: a "querência" representa o lugar de afeto e raízes, enquanto a "pátria" é construída com esforço, simbolizada pelas "botas firmes no estrivo". O orgulho regional aparece de forma natural, mostrando que ser "mais um dos campeadores / Que fez a pátria num basto" é construir a própria história e identidade a partir do trabalho e da tradição do Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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