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Alma Antiga de Guri

Luiz Marenco

Letra

    Foi quando o peso da tropa ganhou o lançante do fundo
    O Mariano deixou a culatra, chamou na espora o lobuno
    Foi assustando o costado até que atirou a ponta
    Bem sobre o passo das lontras, que é o mais seguro do mundo

    Ficou na beira da chirca vendo os cascos bater n'água
    Pra depois, repecho a riba, e acalmar a tropa molhada
    Que manobra de valor, se ele não salta no pulo
    Se vinha o mundo de culo e ganhava o mato a boiada

    Tem tropa que remancheia pra deixar suas invernadas
    Seu parador, sua aguada, o boi, pra ficar, tenteia
    Do que sabia os olhares, os jeitos e os caprichos
    Força de campo e respeito ao sentimento dos bichos

    Numa quadra desta vida, me tocou o teu costado
    Os tempos de bandear gado nas costas do Cacequi
    Alma antiga de guri, amigo Sid Mariano, Sid Mariano
    Aqui ou em qualquer plano, sigo cantando pra ti
    Alma antiga de guri, amigo Sid Mariano
    Aqui ou em qualquer plano, sigo cantando pra ti

    Pra o tino, não há escola, nem tão pouco, professor
    Aquele que canta a flor, canta porque tem sustância
    Que, pra tocar uma estância, não carece ser doutor

    Amigo Sid Mariano, sigo cantando pra ti


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