
Amor
Luiz Melodia
O amor em "Amor": entre o improvável e o cotidiano
Em "Amor", Luiz Melodia propõe uma visão ampla e pouco convencional do sentimento. Ao afirmar que "até os porcos extraviam amor" e que "com as feras o amor é amor", o artista mostra que o amor pode surgir nos lugares e situações mais inesperados, inclusive em ambientes considerados impuros ou hostis. Essa perspectiva desafia a ideia de que o amor está restrito a contextos idealizados, revelando que ele também se manifesta em meio à dor, ao medo e às imperfeições humanas.
A letra destaca ainda a convivência entre amor e medo, como em "O medo é meu vizinho, pai de todos mora em todo lugar". Aqui, Melodia sugere que esses sentimentos fazem parte do cotidiano e que o amor não existe de forma isolada, mas sim entrelaçado a emoções contraditórias. A repetição de "O poeta sempre é malandro" reforça a necessidade de astúcia para lidar com as ambiguidades do amor. Por fim, ao dizer que "amor são palavras citadas que um dia, tal poeta citou", o cantor aponta para a distância entre o conceito idealizado do amor e sua vivência real, marcada por complexidade e nuances que vão além do que as palavras conseguem expressar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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