
Baranguinha
Luka
Ironia e empoderamento feminino em “Baranguinha” de Luka
Em “Baranguinha”, Luka utiliza a gíria de forma irônica para desafiar padrões de beleza e expectativas sociais. Ao se autodenominar "baranguinha", termo geralmente usado de forma pejorativa, ela transforma a expressão em um símbolo de autoconfiança e irreverência. A artista brinca com a própria imagem e assume uma postura provocativa, como nos versos “Entro na tela com você e fico imaginando cenas de pornografia”, onde o desejo é exposto de maneira direta, mas sempre com humor e autocrítica.
A letra mistura situações do cotidiano, como ver alguém na TV “tomando Coca Diet e comendo bolachinha”, aproximando a fantasia do real e tornando o objeto de desejo mais acessível. Luka também questiona a autenticidade e os limites do comportamento feminino ao afirmar “Nada do que eu digo, é real / Não tenho medo, sou impura”. A repetição de “sou uma felina imoral / uma baranguinha” reforça a ideia de que a personagem se diverte com sua ousadia e não se encaixa nos padrões tradicionais. Assim, a música provoca e, ao mesmo tempo, faz uma crítica leve aos estereótipos sobre desejo, aparência e o papel da mulher, mostrando que é possível subverter expectativas com humor e autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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