
SEVILLA
Luna Di
Solidão e deslocamento em "SEVILLA" de Luna Di
Em "SEVILLA", Luna Di explora o sentimento de não pertencimento em ambientes sociais que, em teoria, deveriam ser acolhedores e festivos. A repetição do verso “Não sei me divertir” deixa claro o desconforto da protagonista, que se sente deslocada mesmo em meio à celebração. A mistura de português, espanhol e inglês na letra não é apenas um recurso estilístico, mas reforça a ideia de desenraizamento: a personagem não se sente parte de nenhum lugar, nem mesmo da cidade de Sevilha, conhecida por sua diversidade cultural.
O verso “Sevilla está sola” (“Sevilha está sozinha”) amplia o sentimento de solidão, sugerindo que a cidade, apesar de sua fama vibrante, também pode ser vazia para quem não consegue se encaixar. A ironia aparece em frases como “I’m Lucky the old and rich man like me!” (“Sou sortuda, o velho e rico gosta de mim!”), que critica as expectativas sociais e o papel imposto em festas. Imagens como “Me olham de cima a baixo / Da peruca até o sapato” e “E derramam vinho caro nos meus pés” mostram um ambiente de julgamento e ostentação, onde a protagonista se sente observada e fora de lugar. O pedido “Mi amor, mi amor / Vem me buscar!” expressa o desejo de ser resgatada desse cenário de inadequação. Assim, a música constrói um retrato direto da solidão moderna, especialmente em situações onde a diversão parece ser uma obrigação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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