
Imortais
Mafalda Veiga
A força dos laços em "Imortais" de Mafalda Veiga
A música "Imortais", de Mafalda Veiga, explora como os laços afetivos podem resistir ao tempo e às adversidades, tornando-se uma espécie de "imortalidade" emocional. A canção não fala de imortalidade literal, mas sim da força de um vínculo que permanece mesmo quando tudo ao redor muda. Isso fica claro nos versos “Eu sei que ainda somos imortais / Se nos olhamos tão fundo de frente”, em que o olhar sincero e a conexão profunda entre duas pessoas são apresentados como fonte de permanência e força, independentemente das circunstâncias externas.
A regravação em dueto com Jorge Palma, especialmente nos concertos comemorativos, reforça o caráter universal e atemporal da mensagem. A letra alterna momentos de dificuldade, como em “a vida nos agarre assim”, “nos dê em troca do que nos roubou” e “às vezes só a cinza do que sobrou”, com a reafirmação do amor como luz e preenchimento dos "lugares ausentes". A repetição de “É que eu quero-te tanto / Não saberia não te ter” destaca a intensidade desse afeto, mostrando que, mesmo quando as palavras não bastam, o sentimento persiste e se multiplica, tornando-se verdadeiramente imortal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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