
Restolho
Mafalda Veiga
Renovação e esperança nos ciclos de "Restolho"
Em "Restolho", Mafalda Veiga utiliza a imagem do restolho — o que sobra após a colheita — para abordar a beleza e o valor dos momentos de aparente fim. Em vez de focar apenas no que foi levado, a artista destaca os restos que permanecem, sugerindo que até mesmo o que sobra tem potencial de renovação e aprendizado. O restolho é descrito como "triste e solitário", preso pela saudade e mágoa, o que reforça o tom melancólico da música e a sensação de perda após o encerramento de um ciclo.
A letra, porém, traz uma reviravolta ao afirmar: "Mas é preciso morrer e nascer de novo / Semear no pó e voltar a colher". Essa metáfora, inspirada no universo agrícola, mostra que a vida é feita de ciclos de fim e recomeço, e que a dor e a saudade são partes naturais do crescimento. O verso "há que ser trigo, depois ser restolho / há que penar para aprender a viver" reforça que amadurecer exige passar por perdas e dificuldades. Assim, a canção transforma o restolho em símbolo de resiliência e esperança, defendendo que a vida só faz sentido quando vivida com entrega e intensidade, "pra receber daquilo que aumenta o coração".
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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