Rudo Surebrec (Gachiakuta) Sucumbi ao Lixo
Magalah
Eu já disse pra vocês
Não fui eu quem matei
Eu fui sucumbido ao lixo
Lixo, lixo, lixo, lixo, lixo, lixo
Fui jogado ao abismo
-Bismo, -bismo, -bismo, -bismo, -bismo, -bismo
E agora, eu tô no lixo
Lixo, lixo, lixo, lixo, lixo, lixo
Ah, um anjo caído
-Ído, -ído, -ído, -ído, que agora quer se vingar
Eles tem uma alma, algo que vocês não tem
Transformei em armas, eu os reutilizei
Agora, a vontade
Extraindo habilidades
Eu sempre simpatizei com a sujeira
Mas não do jeito anormal
E o que sempre me acolhia
Pra eles, me tornava mal
Do lixo ao luxo, reutilizar
É isso que eu chamo de reciclar
Por isso arrisco, vivo sob um risco
Que trouxe a mim esse falso paraíso
Eu fui sucumbido ao lixo
Lixo, lixo, lixo, lixo, lixo, lixo
Fui jogado ao abismo
-Bismo, -bismo, -bismo, -bismo, -bismo, -bismo
E agora, eu tô no lixo
Lixo, lixo, lixo, lixo, lixo, lixo
Ah, um anjo caído
-Ído, -ído, -ído, -ído, que agora quer se vingar
Vingar, vingar, vingar, vingar, vingar, vingar
De todos vocês
Vingar, vingar, vingar
Eu os matarei



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