
Todas As Bandeiras
Maglore
Resistência e esperança em “Todas As Bandeiras” do Maglore
Em “Todas As Bandeiras”, do Maglore, a repetição do verso “Eu vou, eu vou ficar aqui!” expressa uma postura firme de resistência diante das tentativas de dominação e padronização social. A música critica a exclusão de quem não se encaixa nos padrões, como no trecho “os mal fabricados vamos descartar”, e expõe as consequências dolorosas da opressão com a imagem “as ruas inteiras passam a sangrar”. Segundo o vocalista Teago Oliveira, a canção reflete sobre a evolução social e a crescente consciência coletiva, mostrando que, apesar das tentativas de manipulação, as pessoas se tornam cada vez mais difíceis de controlar.
A letra faz referência a movimentos históricos de luta por direitos e liberdade, especialmente ao mencionar as “bandeiras” que se levantam e o “jardim da América” que se liberta. A escolha de uma sonoridade inspirada na Motown e no disco dos anos 1970 reforça essa conexão com períodos de grandes transformações sociais. O trecho “E toda vez que a gente morre assim, renasce” traz a ideia de renovação e esperança mesmo diante de derrotas e repressões. Já a imagem de “colocar a cabeça do rei na bandeja do peão” simboliza a força coletiva capaz de desafiar estruturas de poder. Assim, a música se destaca como um hino otimista de resistência, esperança e transformação, celebrando a liberdade e a capacidade de renascer diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Maglore e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: