MTG - Menina Veneno (part. Mc Gw & Dj Hugo CS )
MAGO DA DZ7
Releitura ousada de "MTG - Menina Veneno" no funk brasileiro
A versão de "MTG - Menina Veneno (part. Mc Gw & Dj Hugo CS )" do MAGO DA DZ7 transforma o clássico de Ritchie em um funk direto e provocativo, típico do cenário brasileiro. A música abandona a sutileza e o mistério da original para adotar uma linguagem explícita, com termos como "piranha", "safada" e "ninfeta desgraçada". Essa escolha reforça o tom ousado e a celebração aberta da sexualidade, marca registrada do funk. O refrão repetitivo com "toma" funciona como um comando, destacando a entrega e o domínio sexual, enquanto referências como "um abajur cor de carne, um lençol azul" mantêm a ligação com a atmosfera sedutora da versão de 1983, agora reinterpretada de forma mais popular e explícita.
A prática de transformar músicas conhecidas em versões funk, chamada de "pastiche", é uma estratégia para aproximar clássicos de novos públicos e reinventar seus significados. Nessa releitura, a "menina veneno" deixa de ser apenas um objeto de desejo misterioso e passa a ser retratada como uma mulher empoderada, que "joga na cara só dos vagabundo" e assume sua sexualidade sem vergonha. No entanto, a letra também pode ser vista como reforço de estereótipos e objetificação, dependendo da interpretação. Assim, a música se insere no debate atual sobre apropriação, reinvenção e os limites entre empoderamento feminino e reprodução de padrões machistas dentro do funk.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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