
Maçã Ruim
Maika
Reflexão sobre identidade e vazio em “Maçã Ruim” de Maika
Em “Maçã Ruim”, Maika aborda sentimentos de alienação e perda de identidade, trazendo para o português temas já presentes na versão original “Bad Apple!!”. A sensação de estar sendo deixado para trás pelo tempo aparece em versos como “o tempo continua a correr me deixando para trás”, expressando um desconforto que vai além da tristeza comum. A música explora o esgotamento emocional, evidenciado em frases como “minha alma, se esvaindo” e “minha mente escorre sem volta aos confins do tempo”, mostrando um sujeito que se sente incapaz de acompanhar o ritmo da vida e acaba preso em um ciclo de vazio e apatia.
A letra utiliza a metáfora das cores que desaparecem — “as cores vão ceder, tudo em preto tornará” e “minhas cores vão morrer, tudo em branco tornará” — para simbolizar a luta interna entre esperança e desespero. Essa escolha faz referência direta ao videoclipe em preto e branco da versão japonesa, reforçando o contraste entre luz e sombra. O conflito entre o desejo de não sentir mais dor (“Eu não quero mais sentir, não quero me entristecer”) e o medo de desaparecer (“No futuro que virá, será que vou existir?”) mostra a tensão entre se proteger do sofrimento e o risco de perder a própria essência. Ao sugerir que mudanças radicais podem levar à anulação de si mesmo, como em “Se eu conseguir mover, se eu conseguir mudar / Nada mais existirá, tudo se apagará”, a música constrói uma narrativa introspectiva sobre a luta contra a própria sombra e a busca por sentido diante do vazio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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