
Imposto É Roubo
Maira Basílio
Crítica ao Estado e à tributação em “Imposto É Roubo”
A música “Imposto É Roubo”, de Maira Basílio, faz uma crítica direta à legitimidade moral dos impostos, adotando uma perspectiva libertária que equipara a cobrança estatal ao roubo. A repetição da frase “Imposto é roubo sim” reforça essa posição, mostrando o imposto como uma apropriação forçada, sem o consentimento do cidadão. Essa visão se conecta a argumentos de pensadores como Michael Huemer, que também questionam a moralidade da taxação.
A letra ironiza o uso do termo “contribuinte”, sugerindo que ele serve para suavizar a percepção negativa sobre a cobrança de impostos. Além disso, critica a ideia de que o Estado oferece serviços gratuitos, afirmando que “o estado não faz nada que é de graça para você”. A música defende a privatização como alternativa mais eficiente, como em “Sem ele faz com qualidade, com a privatização”, e trata a sonegação como uma forma de resistência, chamando-a de “visão e sem perdão”. Também denuncia privilégios de grupos corporativistas e critica a legitimação jurídica do imposto, mencionando o “juspositivismo” e a taxação de “trocas voluntárias”. Por fim, aponta que, apesar do discurso de filantropia, quem realmente se beneficia são “políticos do atraso com muito dinheiro público”, sugerindo que o Estado favorece uma elite em vez do bem comum.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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