Oxumarê
Maitê Inaê
Renovação e ancestralidade em “Oxumarê” de Maitê Inaê
Em “Oxumarê”, Maitê Inaê utiliza a repetição do nome do orixá para destacar sua presença espiritual e enfatizar o movimento contínuo e a renovação, aspectos centrais desse símbolo nas religiões afro-brasileiras. O verso “O dia nasceu um arco-íris / Dentro das lágrimas” associa o arco-íris, representação de Oxumarê, à transformação das emoções. Aqui, as lágrimas, normalmente ligadas à tristeza, se convertem em fonte de beleza e esperança, sugerindo que a dor pode gerar renovação e paz.
A canção também faz referência a “Lágrimas de Oxalá” e aos “raios do luar”, ampliando o sentido espiritual ao trazer outros elementos do panteão iorubá e reforçando a ideia de bênção e proteção. Ao mencionar “Ile ife ife ifa reino dos Orixás”, Maitê Inaê situa a narrativa em um espaço sagrado, considerado o berço mitológico dos orixás, e destaca a conexão com as raízes ancestrais. Dessa forma, a música celebra Oxumarê como uma força que une céu e terra, opostos e ciclos, simbolizando continuidade, amor e harmonia, e transmitindo serenidade e respeito à espiritualidade afro-brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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