
Trafico de Rimas
Majestade
Metáfora do tráfico e orgulho no rap em “Trafico de Rimas”
Em “Trafico de Rimas”, Majestade utiliza a metáfora do tráfico para valorizar a produção e a circulação de rimas no rap. O artista se apresenta como um "traficante" de rimas, destacando a qualidade e o valor do seu trabalho. Trechos como “Eu vendo, não compro. Eu recebo, não pago. Eu não vendo fiado, só pagamento adiantado” mostram sua autossuficiência e orgulho, reforçando que suas rimas têm preço e não são entregues de graça. Essa postura evidencia o respeito que ele exige pelo seu talento e esforço.
A letra faz diversas referências ao universo do tráfico, mas sempre substituindo as drogas pelas rimas, como em “Não trafico vadia, crack, maconha ou cocaína. Tiro onda de patrão, dono da boca de rima”. Assim, Majestade mostra que o rap é sua forma de sobrevivência e ascensão social, dominando esse "mercado" com autoridade. O tom direto e expressões como “vagabundo na ativa” e “correria! todos os dias na mesma correria” retratam a realidade das ruas, a luta diária e a criatividade do rap nacional. No verso “É rap nacional, a voz do excluídos!”, o artista destaca o papel do rap como porta-voz dos marginalizados. Ele também valoriza a lealdade à sua comunidade e a autenticidade do movimento, deixando claro que só quem realmente vive o rap faz parte dessa cena.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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