
Vira-Vira
Mamonas Assassinas
Humor e sátira cultural em “Vira-Vira” dos Mamonas Assassinas
“Vira-Vira”, dos Mamonas Assassinas, é marcada pelo humor escrachado e pela sátira de estereótipos portugueses. A música transforma uma piada popular sobre inocência e mal-entendidos sexuais em uma paródia musical, brincando com o ritmo tradicional português vira e homenageando, ao mesmo tempo que ironiza, o cantor Roberto Leal. O refrão “arrebita, arrebita, arrebita” faz referência direta a Leal, reforçando a ligação com a cultura portuguesa e o tom de paródia.
A letra aposta no duplo sentido e na confusão proposital: o personagem principal diz não ter participado da suruba, mas descreve situações típicas de quem esteve lá, como “me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém”. Esse contraste intencional intensifica o tom cômico e mostra que a música é uma grande piada, sem pretensão de ser levada a sério. O uso de expressões populares e situações absurdas, como a perda de um seio durante a confusão, satiriza tanto a ingenuidade quanto a malícia dos personagens. Em Portugal, a canção chegou a ser associada a escândalos de corrupção, mostrando como o duplo sentido pode ultrapassar o contexto sexual e ganhar novos significados conforme o público e o momento histórico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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