
Olodum, Olodois
Mamonas Assassinas
Humor e celebração baiana em “Olodum, Olodois” dos Mamonas Assassinas
“Olodum, Olodois” dos Mamonas Assassinas é marcada pelo humor característico da banda, que aparece já no refrão: “Olodum, Olodois, Olotrês...”. Aqui, o grupo brinca com o nome do Olodum, tradicional bloco afro baiano, criando uma sequência divertida e sem sentido literal. Essa escolha reforça o clima de festa e descontração, além de funcionar como uma homenagem à energia do Olodum e ao Carnaval de Salvador. A participação do próprio Olodum na música traz ainda mais autenticidade, conectando o legado irreverente dos Mamonas à tradição carnavalesca do Pelourinho.
A letra faz referências diretas à cidade de Salvador, citando lugares como o “Pelourinho” e elementos típicos como o “trio” (trio elétrico). Ao mesmo tempo, insere situações cotidianas e engraçadas, como “sigo até caminhão de gás” e “se eu trabalhar hm eu passo mal!”, mostrando um personagem que prefere a folia do Carnaval à rotina do trabalho. O verso “amor platônico amor que secou” sugere uma paixão não correspondida ou que perdeu o encanto, mas logo é deixada de lado diante da animação da festa. Assim, a música celebra Salvador como um espaço de alegria, liberdade e irreverência, refletindo perfeitamente o espírito dos Mamonas Assassinas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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