Exibições da letra 14

Lobito, centenário na alma

Man Bernas

Letra

    No dia dois de setembro, a festa vai começar
    Lobito vibra forte, o mar vem saudar
    Dos becos da Cassai à Bela Vista apreciar
    Tem batuque na areia, é alegria à vista

    Do Lubito Velho à Canata, o povo a dançar
    Ngolo da Areia canta pra celebrar
    Caponte, Compão, Cabaia em união
    Alto Liro, São João, todos em comunhão

    Ô Lobito, cento e doze de paixão
    Na alma do povo, pulsa o coração
    Zambia ao Chinbuimlã, a festa é geral
    Cidade do amor, do semba tropical

    Domingas Canhari nos olhos da história
    Velho Chicucuma, memória e glória
    Sanji Kió – galinha do morro a cantar
    O homem do Lumango vem também dançar

    Paulino Chipénhe e Joaquim Canjamba
    Reis dos subúrbios, lendas de maré branda
    Dos campos da bola cada golo um grito de emoção
    Cubala, Micróbio, mestres da bola e do chão

    Na Canjica tem sabor, o bom quinbombo vem
    da a avó Canyundó, alegria que convém
    Joana, Cota Izaura, Sarrabulho é tradição
    É carinho no tempero, afeto em cada mão

    Rodrigues, Cambiona, Lima sem osso
    José Candeiro e o Massador nosso
    Wewo, Chipenda, Romão e João Côa
    Na relva escreveram história boa

    Batata e Coyó, Gindungo no pé
    Chico Gordo e Paichão com muita fé
    As damas do bom samba, canto e coração
    Tia Épo, Fátima, brilham como o clarão

    Ô Lobito, cem e doze de paixão
    Na alma do povo, pulsa o coração
    Zambia ao Tchinbuilã, a festa é geral
    Cidade do amor, do semba tropical

    Do Lobito Velho à Canata, o povo a dançar
    Ngolo da Areia canta pra celebrar
    Caponte, Compão, Cabaia em união
    Alto Liro, São João, todos em comunhão

    Ô Lobito, cento e doze de paixão
    Na alma do povo, pulsa o coração
    Zambia ao Chinbuimlã, a festa é geral
    Cidade do amor, do semba tropical

    Domingas Canhari nos olhos da história
    Velho Chicucuma, memória e glória
    Sanji Kió – galinha do morro a cantar
    O homem do Lumango vem também dançar

    Paulino Chipénhe e Joaquim Canjamba
    Reis dos subúrbios, lendas de maré branda
    Dos campos da bola cada golo um grito de emoção
    Cubala, Micróbio, mestres da bola e do chão

    Na Canjica tem sabor, o bom quinbombo vem
    da a avó Canyundó, alegria que convém
    Joana, Cota Izaura, Sarrabulho é tradição
    É carinho no tempero, afeto em cada mão

    Rodrigues, Cambiona, Lima sem osso
    José Candeiro e o Massador nosso
    Wewo, Chipenda, Romão e João Côa
    Na relva escreveram história boa

    Batata e Coyó, Gindungo no pé
    Chico Gordo e Paichão com muita fé
    As damas do bom samba, canto e coração
    Tia Épo, Fátima, brilham como o clarão

    Ô Lobito, cem e doze de paixão
    Na alma do povo, pulsa o coração
    Zambia ao Tchinbuilã, a festa é geral
    Cidade do amor, do semba tropical

    Com Augusto e Ernesto, Camizomba a mexer
    Cota Cambala vem fazer acontecer
    Panarra, Moçambique, no gingado sem fim
    É o Lobito inteiro, bailando assim

    Abel Cartucho, Pavão em procissão
    Zito Brás e Fingui, batuque no clarão
    Pedro Calonda Londa sorri com emoção
    Lobito é centenário, é puro coração!


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