
Mar do Meu Mundo
Maneva
Reflexão e autoconhecimento em "Mar do Meu Mundo"
Em "Mar do Meu Mundo", do Maneva, o mar é usado como metáfora para o universo interior do narrador, representando tanto as possibilidades quanto os medos diante do desconhecido. A letra traz imagens como "Eu sempre fico no cais" e "Mas sempre dá medo de atravessá-las, não sei o que encontrar", mostrando a hesitação em sair da zona de conforto e enfrentar novos desafios. O mar, tradicionalmente associado à liberdade, aqui simboliza introspecção e a dificuldade de se lançar em experiências incertas.
O "barco marrom que não navega" reforça a sensação de estagnação e insegurança, enquanto a cor azul dos olhos e do mar sugere profundidade emocional, beleza e certa distância. O verso "Abro a vela, mesmo sem ter vento bom" mostra a tentativa de seguir em frente apesar das adversidades, evidenciando resiliência. Tales de Polli, autor da canção, escreveu a música para abordar a busca por força interior e o enfrentamento dos próprios medos, o que aparece na serenidade do narrador: "À deriva a hora são segundos, não perco minha calma, sou filho do justo, espero o que precisar". Mesmo diante das dificuldades, o mar nunca se torna turvo, apenas "realça o azul", indicando que os desafios podem aprofundar o autoconhecimento. O maior temor do narrador é perder o contato com aquilo que ama e o inspira, simbolizado pelos "olhos que gosto de olhar".
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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